quinta-feira, 19 de maio de 2011

/ Notícias / Paraíba 16/06/10 - 08:56



João Pessoa aparece em sexto lugar em casos de bullying


Pesquisa do IBGE aponta Brasília como campeã de bullying

Pesquisa realizada pelo IBGE apontou Brasília como a capital do bulliyng. Segundo o estudo, 35,6% dos estudantes entrevistados disseram ser vítimas constantes da agressão. Belo Horizonte, em segundo lugar com 35,3%, e Curitiba, em terceiro lugar com 35,2 %, foram, junto com Brasília, as capitais com maior frequência de estudantes que declararam ter sofrido bulliyng alguma vez.

O bulliyng compreende comportamentos com diversos níveis de violência que vão desde chateações inoportunas ou hostis até fatos agressivos, sob forma verbal ou não, intencionais e repetidas, sem motivação aparente, provocado por um ou mais estudantes em relação a outros, causando dor, angústia, exclusão, humilhação e discriminação.

A população-alvo da pesquisa foi formada por estudantes do 9º ano do ensino fundamental (antiga 8ª série) de escolas públicas ou privadas das capitais dos estados e do Distrito Federal. O cadastro de seleção da amostra foi constituído por 6.780 escolas.

Durante a pesquisa, foi feita a seguinte pergunta aos estudantes: "Nos últimos 30 dias, com que frequência algum dos seus colegas de escola te esculacharam, zoaram, mangaram, intimidaram ou caçoaram tanto que você ficou magoado, incomodado ou aborrecido?”

Os resultados mostraram que 69,2% dos estudantes disseram não ter sofrido bullying. O percentual dos que foram vítimas deste tipo de violência, raramente ou às vezes, foi de 25,4% e a proporção dos que disseram ter sofrido bullying na maior parte das vezes ou sempre foi de 5,4%.

No ranking das capitais com mais vítimas de bullying, aparecem ainda Vitória, Porto Alegre, João Pessoa, São Paulo, Campo Grande e Goiânia. Teresina e Rio Branco estão empatadas na 10ª posição. São Paulo ocupa a 7ª posição.

Palmas apresenta o melhor resultado da pesquisa. Na capital do Tocantins, 26,2 % dos estudantes afirmaram ter sofrido bullying. Em seguida, estão Natal e Belém, ambas com 26,7%, e Salvador, com 27,2%.

Providências

Em Brasília, o maior número de casos ocorreu nas escolas particulares: 35,9%, contra 29,5% nas escolas públicas. Segundo a pesquisa, o bullying é mais frequente entre os estudantes do sexo masculino (32,6%) do que entre os escolares do sexo feminino (28,3%).

Para combater o problema, o governo do Distrito Federal (GDF) criou Conselhos de Segurança nas escolas. “Vamos resolver os nossos conflitos tendo como mediadores os nossos colegas, professores e os pais”, disse a subsecretária de Educação Integral Ivana Santana Torres. "Os estudantes também estão recebendo aulas de respeito à diversidade. Mas o resultado disso precisa também da vigilância dos pais", completou.

“Nós temos prestado atenção nisso, nós temos o Observatório da Violência nas escolas particulares, temos capacitado os professores, pais e alunos para essa questão do bulliyng”, afirmou a presidente dos Estabelecimentos Particulares de Ensino Amábile Pácios.

Resultado da pesquisa – percentual de estudantes que sofreram bullying

Distrito Federal – 35,6%
Belo Horizonte - 35,3%
Curitiba - 35,2%
Vitória - 33,3%
Porto Alegre - 32,6%
João Pessoa - 32,2%
São Paulo - 31,6%
Campo Grande - 31,4%
Goiânia - 31,2%
Teresina e Rio Branco - 30,8%
jeffersondos santos

Jogo vira realidade ou vice e versa


Esse jogo cujo o significado quer dizer ``valentão´´ passa a ideia pro jogador de querer ser o ``maior´´ na escola fazendo com isso agressões  chega ate a morte porque esse tipo  de  agressão ? 

O que você acha sobre o jogo Bully ter sido banido do brasil?

19 set. 2009 ... Tema Inadequado. Informe o tipo de Denuncia. Descrição ... BULLY, um dos melhores jogos que existe, esse aí não vai embora tão fácil até que ...www.tecmundo.com.br/tira-duvidas/11139  
 
O que voçe acha desta descrição do jogo quando diz  um dos melhores jogos isso é um absurdo.
 
 

Jogo Bully Basher, jogos grátis

Essa é sua chance de derrotar aqueles caras que se acham os fortões do colégio! Chame eles pra briga e nocauteie um por um.
www.jogosbr.net › Jogos de Luta
 
E essa que retrata aquilo que eu falei no começo . Isso  para muitos e uma propaganda de vingança para os
interessados.
Sem contar que esse jogo tem versões para PC(como o ilustrado na figura 2)
 
 
Postado por: Morrish Albert
 
 

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Congresso quer que combate ao bullying vire lei

O Congresso Nacional tem ao menos dez projetos de lei que tratam do combate ao bullying nas escolas. Entre as propostas estão a adoção de uma política nacional de combate ao fenômeno da violência, e o enquadramento do bullying como crime, punido com prisão.
Entre as dez propostas sobre o tema que aguardam no Congresso, oito delas – sete na Câmara e uma no Senado – tratam da criação de um programa antibullying. Como tratam do mesmo assunto, boa parte dos textos foram reunidos. Caso haja aprovação, a ideia é que os projetos virem uma só lei.
Apresentada em 2009, a proposta de lei que mais avançou já foi aprovada em duas comissões da Câmara e precisa passar por mais duas antes de ir para o Senado. Não é preciso que haja aprovação no plenário.O fenômeno do bullying está relacionado a índices de evasão e repetência [nos colégios]. A criança se afasta da escola, pois não a vê como ambiente de aprendizado, e sim um local hostil. Consideramos que a criação de equipes multidisciplinares vai contribuir para diminuir esses índices.
 Por:José Augusto

Internet permite novas dimensões à prática do bullying nas escolas

O bullying, um ato violência física ou psicológica praticados para atingir alguém ou um grupo comumente praticado contra crianças no universo escolar, passou a ter novas características e dimensões com o uso da internet.

Diferente da modalidade tradicional, o ciberbullying garante o anonimato e suas vítimas podem sofrer muito mais pela dimensão que o ato pode alcançar. Pesquisa realizada pela Organização Não-Governamental (ONG), SaferNet em 2008 com 875 jovens internautas, constatou que 38% foram vítimas de ciberbullying e 44% dos amigos "reais" já sofreram esse tipo de violência ao menos uma vez.
O psicólogo e diretor de prevenção e atendimento da Safernet Brasil, Rodrigo Negm, explica que a prática do ciberbullying prolonga a ação, anteriormente restrita ao ambiente escolar, por exemplo, quando o professor ou diretor repreendiam o aluno ou grupo que promoviam a violência.
Hoje, um material difamatório postado na internet, mesmo que seja retirado em pequeno espaço de tempo, pode vir a ser reproduzido por outros internautas, causando um transtorno interminável à vida da vítima.
"Na internet a humilhação, que ficava restrita a um âmbito, geralmente escolar, ganha maior dimensão no espaço público da internet. O mundo inteiro pode ter acesso a esse tipo de agressão. A família, os amigos veem essa mensagem. A criança não consegue escapar da agressão, até porque alguém pode guardar esse material e postá-lo novamente".
O psicólogo dá algumas dicas aos pais que querem saber se os filhos têm sofrido qualquer tipo de agressão do ciberbullying: "sinais de depressão, falta de vontade de ir à escola e brincar com os amigos ou dificuldades para dormir."
Para conter os crimes do ciberbullying, a SaferNet Brasil em parceria com o Ministério Público e a polícia federal criou um canal de denúncias contra crimes na internet: www.denuncie.org.br. Recentemente foi lançado a rede social que promove o uso consciente do mundo virtual, oferecendo ao usuário algumas discussões no endereço www.netica.org.br .
Rodrigo Negm lembra que é preciso manter o diálogo entre pais e filhos para que a vítima se sinta à vontade para denunciar esse tipo de violência.
"A tecnologia mais importante para combater crimes da internet é a relação de confiança entre pais e filhos. É um recurso que vai além de filtros e bloqueios. As crianças elas devem conversar com os pais e contar com a ajuda deles, caso percebam algum tipo de agressão pela internet".
Por: Renata Ramos  

domingo, 15 de maio de 2011

O Bullying nas escolas contra travestis e os que sofrem com os ataques

O Bullying nas escolas contra travestis e os que sofrem com os ataques
  Venho falar e expor a minha opinião sobre algo que acontece com muitas crianças e travestis durante a adolescência na escola, o bullying é uma palavra em inglês para assédio escolar. Um termo utilizado para atos de violência física ou psicológica intencional e repetidos. Esses casos de bullying ocorrem em várias escolas e muitas delas não dão a devida atenção para esse caso ou são omissas nesse tipo de situação.
Isso causa sérios problemas na vida de quem é atacado fazendo com que caia o rendimento escolar, evasão escolar e traumas de infância. Isso ocorre em grande peso quando se trata de um menino gay ou uma transexual iniciante, mas outras pessoas sem ser gays e transexuais também sofrem com o bullying como é o caso daqueles meninos mais gordinhos ou que tenha algum outro problema.

  Eu sei que zoação na escola sempre existiu que não se deve cair na pilha do cara que está zoando, etc. Mas quando a coisa passa do limite da brincadeira e se torna agressão é algo a ser observado, pois tem coisa errada. Os alvos sempre são pessoas mais fracas ou que sejam diferentes dos outros alunos. Por exemplo, um aluno homossexual sofre todo o tipo de humilhação só por ter a sua orientação homossexual.
  Outro caso como sempre cito e que pegam mais no pé são as travestis/transexuais que já era conhecido como um menino com jeitos delicados e em uma fase esse menino está se tornando uma menina. Quando isso acontece os colegas de sala começam a mexer, chamar a pessoa de viado, agredir verbalmente e fisicamente. Eu falo que no caso de uma travesti é pior, porque as formas femininas não tem como esconder, já o aluno que é só gay pode se passar por hetero para não ser vitima de bullying dos colegas.
  Por isso que vemos muitas travestis tendo que sobreviver da prostituição, muitas estão ali não por opção, mas por necessidade. Muitas travestis tem que abandonar a escola durante a sua transformação e com isso não tem um bom currículo para ingressar nas empresas que a cada dia estão mais exigentes, o que resta para elas é aprender uma profissão ou se prostituir.
  É claro que existem casos de transexuais que dão a volta por cima, terminam os estudos e se forma, tem um emprego e segue sua vida longe da prostituição, mas infelizmente não são todos os casos que terminam assim. Muito do número de evasão escolar vem de travestis vitimas de bullying e que não aguentam mais viver naquela situação. Alguns casos de bullying acabam despertando problemas psicológicos na pessoa que precisa de um tratamento e acompanhamento.  Outros podem se sentir revoltados e acabar fazendo como o Wellington Menezes de Oliveira que desenvolveu uma mente psicopata e resolveu descontar em alunos que nada teve a ver com isso como aconteceu no massacre de Realengo. O Wellington sofria bullying na escola, mas também matar os outros não é motivo mesmo que tenha sofrido esse tipo de assédio quando era menor.

Wellington Menezes de Oliveira
Wellington Menezes o atirador psicopata da escola em Realengo
  O que vemos nos noticiários são muitos “especialistas” falando uma coisa diferente e o que poderiam fazer é debater sobre o bullying, quais as consequências e tudo mais. Muitas escolas sequer tem campanha de conscientização contra bullying, outras são omissas e fingem não estar vendo diversos casos de assédio e humilhação na própria escola. Como eu disse anteriormente que zoação e encarnação existem em qualquer lugar, a pessoa não deve se levar na “pilha” dos outros, pois será mais encarnado ainda.
  Na minha época de escola eu zoava muito e também era zoado, nunca permiti que alguém me viesse escrotizar ou humilhar, pois sabia me defender e já quase fui expulso do colégio por causa de constantes brigas em uma época do colégio. Mas nem por isso eu não saio por ai matando os outros como fez o psicopata de Realengo, mas em outros casos o assédio impede que a travesti/transexual possa terminar seus estudos em paz.
  Em minha opinião a campanha contra o bullying, contra o preconceito, contra a discriminação e contra a homofobia nas escolas tem de ser mais presente. Por isso eu sou a favor do programa Kit Contra a homofobia, pois vendo os vídeos com os educadores os alunos poderão aprender a lidar com a diversidade, respeitar o próximo independente de orientação sexual e que as travestis e transexuais possam terminar seu ensino acadêmico, se formar e trabalhar no mercado de trabalho.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Bullying faz adolescentes obesos procurarem cirurgia bariátrica.

Pesquisa diz que 30 por cento dos estudantes já foram vitimas dessas agressões.

A população jovem brasileira está engordando. Dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares, realizada pelo IBGE, referente aos anos de 2008 e 2009, mostram que 21,7% dos jovens entre 10 e 19 anos estão acima do peso e mais de 30% das crianças entre 5 e 9 anos apresentam excesso de peso.

Com o crescimento da obesidade nas crianças e jovens, cresce também os casos de bullying, que são caracterizados por agressão física ou moral que um indivíduo ou um grupo praticam contra outras pessoas. De acordo com a pesquisa do IBGE, 30% dos estudantes brasileiros já foram vítimas dessas agressões.

Esse fato coloca o bullying como um dos principais motivos dos adolescentes para buscar a cirurgia bariátrica como tratamento para a obesidade.

No ano de 2009, de acordo com os últimos dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), foram realizadas no país 1,5 mil cirurgias em pacientes com menos de 20 anos, representando 5% do total de cirurgias realizadas em 2009. “A legislação brasileira só permite a cirurgia após os 16 anos ou esses números seriam maiores ainda. Muitos chegam ao consultório contando o preconceito que sofrem por serem obesos e acham que a cirurgia é a única solução, mas é preciso muita cautela e o paciente deve ser muito bem avaliado pela equipe clínica”, diz o cirurgião membro titular da SBCB
M, Dr. Roberto Rizzi.


Por: MyrellaMiguel.

Você sabia que essas celebridades também sofreram bullying?


 Pra você que se sente deslocada do resto da galera, sofrendo em silêncio, saiba que um monte de gente que você nem imagina – de celebridades a pessoas renomadas – sofreram bullying nos tempos de escola. Esses depoimentos podem servir de inspiração para que você mantenha sua identidade e foque-se no futuro:



                           


Victoria Beckham 
Em entrevista à revista Women’s Wear Daily, Victoria disse que sofreu bullying “fisicamente e mentalmente” durante a época de escola. “Isso me deu deixou mais forte. A única razão para que eu fale sobre isso hoje é que sempre fui uma lutadora. Sempre tive que lutar muito, muito duro mesmo em tudo que fiz. Essa é minha ética de trabalho”, diz a ex-Spice Girl e hoje esposa do jogador David Beckham.
Taylor Swift 
A nossa diva country  também sofreu bullying! Em entrevista à revista Women’s Health, Taylor disse que era considerada uma garota “estranha” no colégio. “Eu ia me sentar com elas no intervalo, e elas levantavam e iam para outra mesa.” Em vez de sair com os amigos nos finais de semana, Swift participava de concursos de karaokê e cantava em cafés.
Ela descarregou essa angústia escrevendo músicas. “Eu escrevo quando estou frustrada, com raiva, ou confusa. Descobri que havia uma maneira de filtrar esses sentimentos em algo positivo.” Ainda bem!
Justin Timberlake
O cantor e ator sofreu bullying na escola porque seus braços “eram muito longos.” Ele, que dublou um geek no Shrek 3 e está no filme “A Rede Social”, sobre a criação do Facebook, disse ao jornal USA Today que, quando adolescente, “era atormentado o tempo todo. Tinha uma acne terrível e um cabelo estranho.”
Chris Martin (Coldplay) 
O vocalista da banda Coldplay tem uma história curiosa sobre bullying. Ele era atormentado por um valentão do colégio porque preferia tocar violão e piano em vez de praticar esportes. Certo dia, Chris Martin estava andando com sua esposa, a atriz Gwyneth Paltrow, e encontrou o tal do bullie. “Ele sempre me dizia que eu não seria nada na vida”, Chris comenta.
Com uma pontinha de sentimento de vingança, o cantor de “Clocks” perguntou para o ex-colega o que ele estava fazendo da vida. “Me senti muito bem perguntando isso. Ele não fazia nada de mais. Aí me virei e disse: ‘Essa é minha esposa, Gwyneth’. Ele ficou com o rosto corado e estava muito envergonhado”. 


Por: Shara Letícia